PRIMEIRO O TRABALHO, DEPOIS A TELA
A gente começa olhando o que as pessoas realmente fazem — não o que dizem que fazem, nem o que o organograma manda. A diferença entre as duas coisas é quase sempre onde mora o sistema que falta.
Só então vem a tela, e ela diz exatamente o que faz: um botão que publica, e um aviso que confirma que publicou. Sem jargão de sistema onde cabe a palavra do dia a dia. O software bom é o que some — você lembra do trabalho feito, não da ferramenta.

