IGUAL ONDE PRECISA, MELHOR ONDE DÁ
Nacionalizar bem não é copiar cegamente. É separar o que a peça precisa ter — a cota que garante o encaixe, o material que aguenta a carga — do que era só a escolha de fábrica de quem a projetou lá fora. O primeiro se respeita à risca. O segundo se melhora: um aço mais disponível aqui, uma vedação que você acha em qualquer cidade, uma montagem que dispensa a ferramenta especial.
O resultado é a peça que serve na máquina e que você consegue repor amanhã, não em noventa dias.

