Vamos fazer algo juntos!
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
Contate-nos!⏱ 2 min de leitura
Três palavras sustentam tudo o que vem a seguir, e quase todo mundo as confunde: privacidade, anonimato e segurança. Não são sinônimos. Privacidade é controlar o que se sabe sobre você. Anonimato é agir sem que a ação seja ligada a você. Segurança é proteger o que é seu de quem não deveria alcançá-lo. Confunda as três e você compra a ferramenta errada para o problema errado. Distinga-as e o fundamento fica claro — e tudo o que vem nos instrumentos será apenas escolher o que serve a quê.
A segurança vem primeiro, porque é a condição das outras. A privacidade é a postura diária, o padrão. O anonimato é a ferramenta de ocasião, usada onde o seu modelo de ameaça (Modelo de ameaça) pede. As três podem até puxar em sentidos opostos — a conta que te identifica é menos anônima, mas talvez mais recuperável. Não maximize as três; equilibre-as pelo seu modelo.
Este movimento assenta o chão em quatro passos: privacidade e anonimato (a distinção, na prática), segurança e criptografia (como a fechadura funciona), VPN (o que ela faz e o que não faz) e DRM (quem é o verdadeiro dono do que você “comprou”). O fundamento não é vistoso; é o que mantém a casa de pé. Faça-o uma vez, bem feito.
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
Contate-nos!