Vamos fazer algo juntos!
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
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Um bom computador não é o mais novo nem o mais fino — é o que você consegue consertar, ampliar, possuir e no qual roda software livre, e que dura uma década. Para a maioria, isso significa um notebook usado de classe profissional (o exemplo clássico é um ThinkPad), um projeto novo reparável (Framework) ou um desktop para o trabalho fixo. Exija memória, disco e bateria trocáveis; o resto importa menos do que o anúncio promete.
A corrida pela ficha técnica e pela espessura. Compra-se o ultrabook selado pelo peso e descarta-se quando a bateria morre ou a memória soldada fica pequena. Paga-se por números que você não vai usar e perde-se exatamente o que decide a vida útil: reparabilidade, refrigeração, posse.
Um computador é uma ferramenta de uma década. Três coisas decidem se ele chega lá: você pode trocar as peças que envelhecem (memória, disco, bateria)? você pode consertá-lo? você pode possuir o seu software (rodar Linux)? O resto — a geração exata do processador, o nível de marketing — ou envelhece com graça ou não importa para o trabalho normal.
Para aprofundar
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