Vamos fazer algo juntos!
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
Contate-nos!⏱ 3 min de leitura
Software livre (FOSS) é o software que você pode rodar, estudar, mudar e compartilhar — cujo funcionamento é aberto, não uma caixa-preta. O ponto não é o preço; é o domínio. O software proprietário ou serve você ou governa você, e você não tem como saber qual, porque não pode olhar dentro. O software livre devolve a você — e a uma comunidade — o controle das próprias ferramentas. Este é o sentido mais fundo de “possuir o software”, e a palavra mais política de toda esta biblioteca.
O software proprietário é selado: você não vê o que ele faz, não conserta o que quebra, não impede o que ele tira, e não o guarda quando o fornecedor decide o contrário. Ele pode espionar, restringir (DRM, DRM) e te tornar obsoleto, e o seu único recurso é confiar. Isso não é uma relação de ferramenta; é dependência.
A tradição do software livre nomeia quatro liberdades: rodar, estudar, modificar e compartilhar o programa. Sob elas há uma só ideia: a ferramenta deve obedecer ao usuário, não ao fabricante. “Livre” aqui não quer dizer grátis; quer dizer livre como em liberdade — domínio, não preço. E porque o software livre é um bem comum, mantido por uma comunidade e não por uma única empresa, ele é antifrágil e Lindy: não morre por uma falência nem por uma mudança de termos. Preferi-lo é escolher independência em vez de dependência — e participar de construir as ferramentas comuns, em vez de apenas consumi-las.
Para aprofundar
Na busca por querer fazer exatamente aquilo que queremos fazer, com liberdade para ser, podemos nos surpreender com as circuntâncias da vida e fazer bons projetos.
Contate-nos!