Quem nos mostra o caminho
Quem nos mostra o caminho
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Doutrinas convencem a cabeça; testemunhas movem a vida. Depois de cinco seções sobre o que é o trabalho, como fazê-lo bem, como ordená-lo ao próximo e a Deus, e como atravessar as suas provas, tudo isto correria o risco de ficar abstrato — belas ideias que ninguém sabe se cabem numa vida real. Cabem. E cabem porque muita gente já as viveu, em ofícios concretos, e delas fez um caminho de santidade. Esta última seção olha para esses rostos.
Uma companhia de trabalhadores
Não são heróis distantes nem gênios inimitáveis. São um carpinteiro de aldeia, monges de enxada e pena, um padre que pregou a santidade do escritório, cientistas que rezavam, um jovem engenheiro e um professor universitário. Cada um trabalhou num campo diferente — o ofício manual, a terra e o livro, a física e a biologia, a caridade organizada, a sala de aula —, e todos provam a mesma coisa: que o trabalho, qualquer trabalho honesto, pode ser porta para Deus.
- 6.1 · São José operário — o carpinteiro que ensinou Deus a trabalhar.
- 6.2 · São Bento e os monges — os que reconstruíram um mundo rezando e trabalhando.
- 6.3 · São Josemaría Escrivá — o apóstolo da santidade no trabalho comum.
- 6.4 · Os sábios crentes — cientistas de primeira grandeza e de fé profunda.
- 6.5 · Frassati e Ozanam — um engenheiro e um professor que serviram os pobres.
- 6.6 · Os mestres do trabalho humano — a síntese, e o convite final.
Comece por Aquele de quem todos os outros aprenderam: São José, o operário.
Para aprofundar
- Catecismo da Igreja Católica, §§ 531—534 — a vida oculta de Nazaré e o valor do trabalho (vatican.va)